Abro os braços ao ar vazio, indagantes, um como que grande provedor da demência. Aspiro largo como alguém. Detenho-me num sorriso desafiante, enquanto o tempo sonorífero me invade a estética.
Recolho-me numa larga cadeira de estar, e retraio os lábios num outro sorriso nostálgico e aborrecido. Chego aqui com a minha ponta humedecida, que se me depena escrita.
Contorno os charcos de mente, atravessando-os. Sou um enorme míudo aos pontapés na lama da noite, do alto do meu Vesúvio Lua. Detenho o súbito da insónia. A coroa de louros tempera a ribanceira abaixo de uma penosa idolatria chapinhada. E ambas fervem discretas...
O paragráfico do relógio é só mais um apetrecho. Visto-me de uns pés descalços, e sonho a rua e os pátios do alcance. Passam por mim as dobras vermelhas de uma margem aos poucos fluida, e procuro atravessar aos tropeções sem espalhafato.
A calma, a calma... Uma pirueta de alheio sem dança. Uma confluência dípolo de passado com futuro. O marco de uma estrada nele apoiada, nele repousante de extensão. A senha híbrida da refeição de bocados, uma pausa entrelaçada por lianas. Um urro distante e psicológico de selva surdina.
E desenrola-se... E ao frondoso se torna... E sublimiza-se a poeira melosa como um pequeno-almoço da apoteótica reflexão-dia de contrários. O premente pulso-próximo, alforreca a dar à praia, espuma de um efervescente espaçado e solene. Mas borbulha, rotineiramente...
Para quê? Retine a dormida. Exageros sem módico. O mole simples? O estável nulo? Para quê!